Da sociedade fechada à sociedade aberta: Superando extremismos através da Simplicidade e do reconhecimento da Dignidade Humana

Autores

  • Wellington Santos

Resumo

Esta comunicação aborda a transição das sociedades fechadas para sociedades abertas, fundamentada na filosofia de Henri Bergson, com ênfase na promoção da paz e na desarticulação dos extremismos. A democracia, por reconhecer os direitos inalienáveis da pessoa, é apresentada como um mecanismo que transcende a natureza autodefensiva das sociedades fechadas, caracterizadas por divisões e conflitos. Inspiradas por místicos e heróis, essas sociedades podem evoluir para um estado de cooperação e reconhecimento mútuo, embora esse processo não seja linear ou definitivo. Bergson argumenta que a abertura social, impulsionada pela intuição e pela mística do amor, permite a superação do instinto de guerra e a transformação das sociedades. A simplificação da vida e a rejeição do luxo e do materialismo são propostas como caminhos para alcançar uma sociedade mais justa e reconciliada. Para isso, utilizaremos o método hermenêutico, fazendo um extrato da filosofia bergsoniana em literatura especializada abordando a transição das sociedades, a valorização da dignidade humana e o apelo ao retorno à simplicidade. Este estudo conclui que a reorientação dos valores sociais, centrada na simplicidade e na dignidade humana, é essencial para a construção de uma sociedade aberta, onde a paz e a cooperação prevaleçam sobre os conflitos e extremismos.

Palavras-chave: Sociedade Aberta. Dignidade Humana. Henri Bergson. Extremismo. Simplicidade.

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Publicado

2025-01-20

Como Citar

Santos, W. (2025). Da sociedade fechada à sociedade aberta: Superando extremismos através da Simplicidade e do reconhecimento da Dignidade Humana . Annales Faje, 9(4), 46. Recuperado de https://faje.edu.br/periodicos/index.php/annales/article/view/5929