Comunhão como princípio da sinodalidade

Autores

DOI:

https://doi.org/10.20911/25260782v11n1p34/2026

Resumo

O presente artigo tem como tema central a comunhão, abordada a partir de dois momentos complementares. No primeiro, apresentamos a reflexão bíblica a partir do Antigo e do Novo Testamento, evidenciando o deslocamento do sentido de multidão para comunhão. Tal percurso revela uma dinâmica relacional que ultrapassa o simples ajuntamento de pessoas, apontando para uma experiência que envolve o estar juntos ao viver juntos, o escutar que conduz à adesão que se transforma em partilha. Em segundo momento, refletimos sobre a comunhão como elemento constitutivo do estilo sinodal de ser Igreja, que gera comunidade. À luz do pensamento de José Comblin, refletimos sobre a comunidade como modelo concreto de “ser Igreja”, capaz de promover processos de transformação pessoal e social. Nessa perspectiva, a comunhão vivida na comunidade possibilita o surgimento de homens e mulheres novos, formados como discípulos e seguidores de Jesus, chamados a encarnar o Evangelho em todos os tempos da história.

Palavras-chave: Sinodalidade, Eclesiologia, Comunhão, Práxis cristã.

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Publicado

2026-05-30

Como Citar

Souza, A. (2026). Comunhão como princípio da sinodalidade. Annales Faje, 11(1), 34. https://doi.org/10.20911/25260782v11n1p34/2026