Transformação religiosa e implicações de gênero na comunidade quilombola de Sítio alto: um estudo sobre catolicismo, pentecostalismo e meio ambiente
DOI:
https://doi.org/10.20911/21768757v57n1e05799/2025Resumo
Neste estudo, investigamos a transformação religiosa na comunidade quilombola de Sítio Alto, no interior do Nordeste brasileiro, à medida que esta transita do catolicismo para o pentecostalismo. O objetivo é compreender as implicações de gênero nesse processo, com ênfase no papel das mulheres na preservação das práticas religiosas, especialmente considerando que D. Josefa, líder comunitária, fundou esta comunidade quilombola. Adicionalmente, examinamos a relação entre a religião e a Mãe Terra, investigando como as crenças religiosas impactam a conexão profunda da comunidade com o ambiente e as questões de sustentabilidade. Abordamos também a diversidade de crenças religiosas na comunidade, buscando fomentar a compreensão e a tolerância religiosa, com o intuito de combater o racismo religioso. Nesse contexto, analisamos as características da religiosidade africana, do catolicismo popular e do pentecostalismo, considerando como essas diferentes crenças se inserem no contexto cultural e social, influenciando o estilo de vida da comunidade. O estudo visa responder a seguinte pergunta central: Como a transição do catolicismo para o pentecostalismo na comunidade quilombola de Sítio Alto, no Nordeste brasileiro, afeta as implicações de gênero, a relação com o meio ambiente, a diversidade de crenças religiosas e a dinâmica cultural e social dessa comunidade?
Palavras-chave: Comunidade quilombola; Gênero; Diversidade religiosa; Catolicismo; Pentecostalismo; Meio ambiente.
Downloads
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2025 Perspectiva Teológica

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Após a aprovação do texto submetido, os autores deverão encaminhar uma carta de direitos autorais assinada, cujo modelo se encontra na guia "Declarações" no topo do site da revista.



