Os limites da Inteligência artificial à luz da Fenomenologia contemporânea: Inteligência Situada e Mundo da Vida

Autores

  • Alejandro José Castejón Gonzalez Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia

DOI:

https://doi.org/10.20911/21799024v16n1p74/2025

Resumo

O presente artigo tem como objetivo central afirmar uma distinção essencial entre a inteligência humana e a inteligência artificial, por meio da argumentação de Hubert Dreyfus desenvolvida na sua obra o que os computadores não podem fazer e relacionando tal argumentação com o conceito husserliano de lebenswelt (mundo da vida). Como ponto de partida, será feito um esclarecimento do que se entende por inteligência artificial e as distinções entre inteligência artificial forte e fraca. Em continuidade, será apresentada a postura e a concepção predominante entre os cientistas da IA, que relacionam o funcionamento da inteligência artificial com a mente humana, será contextualizada o surgimento desta postura junto com os principais pressupostos. Finalmente, será exposta a crítica dreyfusiana e a influência desta crítica pelo filósofo Edmund Husserl, expondo principalmente o conceito de inteligência situada e mundo da vida.

Palavras-chave: Inteligência artificial, situação, relevância, contexto, mundo da vida.

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Publicado

2025-10-06

Como Citar

Castejón Gonzalez, A. J. (2025). Os limites da Inteligência artificial à luz da Fenomenologia contemporânea: Inteligência Situada e Mundo da Vida. Pensar-Revista Eletrônica Da FAJE, 16(1), 74. https://doi.org/10.20911/21799024v16n1p74/2025