Deveríamos ser mais compreensivos? Uma reflexão acerca da compreensibilidade das injustiças advindas da aplicação das IAs

Autores/as

  • Vinicius Schoenell dos Santos

DOI:

https://doi.org/10.20911/21799024v15n1p10/2024

Resumen

A rápida evolução da Inteligência Artificial (IA) levanta questões éticas sobre como interagimos com essas entidades digitais em constante desenvolvimento. Entretanto, é possível, desde já, como observam Himmelreich e Lim, que as ferramentas de IA possam perpetrar preconceitos e injustiças já conhecidas. Assim, o desenvolvimento e melhorias das IAs passam por um crivo relativo ao tempo da aplicação dessas ferramentas, que, muitas vezes, por consequência do prazo de adaptação desses sistemas, acabam sendo utilizadas como motores de difusão desses preconceitos já existentes, por uma contingência relativa ao período dessa implementação. Este artigo propõe que não deveríamos adotar uma abordagem mais compreensiva em relação às IAs, especialmente durante as fases iniciais de seu desenvolvimento, e que deveríamos, desde seus primeiros modelos, pensar em cenários complexos e considerar o máximo de cenários negativos que gerem injustiças, com a finalidade de tentar remediar que as IAs acabem por concretizar tais situações.

Publicado

2024-08-03

Cómo citar

dos Santos, V. S. (2024). Deveríamos ser mais compreensivos? Uma reflexão acerca da compreensibilidade das injustiças advindas da aplicação das IAs. Pensar-Revista Eletrônica Da FAJE, 15(1), 10. https://doi.org/10.20911/21799024v15n1p10/2024