DEUS QUE PASSA
Abstract
A partir de dois textos de Emmanuel Levinas (La trace de l Autre et Énigme et phénomène) farei uma leitura aberta do texto de Êxodo 33 (Deus só pode ser visto pelas costas). Levinas cita este texto como paradigma da “passada” (passée) do Transcendente, que nem sequer pode ser fixado na memória, mas que só é reconhecido pelo traço ou vestígio que deixa – vestígio que não é fachada fenomênica de algo existente em si, mas passado irrecuperável (immémorable), que nunca foi presença, traço do Além-do-Ser.
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