TIEMPO DE CANTAR: LA NECESIDAD DE SUPERAR EL SILENCIO

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DOI:

https://doi.org/10.20911/21768757v55n1p43/2023

Resumen

Ao reconhecerem a limitação da linguagem discursiva diante da experiência íntima com Deus, diversos místicos cristãos adotaram ou recomendaram o silêncio como resposta para tal experiência. Contudo, em seus Comentários aos Salmos, Santo Agostinho, embora endosse a reiterada desconfiança pelo logos, contraindica o silêncio. Diante do que não se pode falar nem se calar, a solução seria jubilar, aconselha o santo, remetendo-se a um gênero musical do período, o jubilus, canto de exultação sem palavras. Neste artigo, examinar-se-á essa curiosa prescrição, verificando, primeiramente, quais as limitações do silêncio como modo de expressão (seja em geral, seja da experiência mística) e, em segundo lugar, de que forma a música poderia se manifestar como resposta mais consentânea a uma experiência do transcendente. Para tanto, recorrer-se-á a textos não só de Santo Agostinho, mas de autores contemporâneos como Ludwig Wittgenstein, Vladimir Jankélévitch e Susanne Langer, sensíveis ao tema do inefável.

PALAVRAS-CHAVE: Silêncio. Júbilo. Expressão. Inefável. Música.

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Publicado

2023-04-30

Cómo citar

SALGADO GONTIJO, Clovis. TIEMPO DE CANTAR: LA NECESIDAD DE SUPERAR EL SILENCIO. Perspectiva Teológica, [S. l.], v. 55, n. 1, p. 43, 2023. DOI: 10.20911/21768757v55n1p43/2023. Disponível em: https://faje.edu.br/periodicos/index.php/perspectiva/article/view/5272. Acesso em: 16 oct. 2026.