Nicea 1700 años después: ¿helenización o “constantinización” de la fe?
DOI:
https://doi.org/10.20911/21768757v57n3e06069/2025Resumen
Como resposta à doutrina ariana, é convocado um concílio reconhecido, anos depois, como o primeiro dos concílios ecumênicos. B. Sesboüè remarca que o horizonte do Concílio de Niceia (325) marca o passo da “economia” para a “teologia”; embora a motivação soteriológica sempre esteve presente na reflexão, a grande pergunta gira em torno da especulação sobre a própria natureza das Pessoas divinas e sua relação com a salvação. Tal processo é comumente chamado de “helenização” da fé, ou seja, a assunção de categorias próprias do pensamento filosófico helênico – substância, natureza, subsistência e pessoa – passam a guiar a discussão e não a narrativa teológica dos Evangelhos. Contudo, como apresenta L. F. Ladaria citando a F. Ricken, o credo niceno significa a verdadeira “des-helenização” da fé cristã. Este breve texto pretende, desde ampla revisão bibliográfica, sustentar essa posição, indicando, porém, outro processo que deixa marcas ainda mais profundas: a “constatinização” da fé.
PALAVRAS-CHAVE: Divindade. Trindade. Salvação. Ministério ordenado.
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Derechos de autor 2025 Perspectiva Teológica

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